Alta Performance do Século 21

Alta Performance do Século 21

Muito se fala em crescer, carreira, sucesso, conquistas, mas o que estamos vendo é que temos uma sociedade com alto índice de ansiedade e depressão, pessoas cada vez mais consumindo drogas e remédios controlados.


O padrão social, a aceitação social, a necessidade de ser aceito está presente em todas as camadas da nossa sociedade e é algo que vem sendo cada vez mais recorrente e ameaçador na vida das pessoas. As novas maneiras de criar estratégias, as variadas formas de revolução 4.0 e esse mundo VUCA, estão fazendo com que a cada dia pessoas procurem se adaptar de forma cada vez mais rápida, o que era antes um padrão natural de mudança nas empresas e que precisávamos de meses, hoje são horas para se adaptar, a tecnologia nos apresentou uma nova forma de interagir, de comprar, de se relacionar em qualquer contexto, seja ele pessoal, social ou profissional.

Possuímos um cérebro que é do mesmo tamanho há mais de 500 mil anos, mas o número de informações que os nossos avós recebiam em toda uma vida, nós recebemos em apenas um dia e isso nos torna mais sensíveis e minados por informações importantes e não-importantes.

Outro fato é que nosso genoma se aperfeiçoou para lidar apenas com as bactérias, mas desde a 2° Guerra Mundial nós estamos lidando com uma carga tóxica desproporcional ao nosso genoma, pois foram criadas mais de 80 mil substâncias químicas e nosso organismo não foi feito para lidar com essa tamanha quantidade de substâncias, assim o aumento de inflamações, alergias e síndromes é notório em nosso meio.

A nossa performance então, agora não depende apenas do nosso intelecto ou formação, mas sim de um conjunto de fatores e que a epigenética vem mostrando que influencia em nosso desempenho. Fatores esses que são: resposta fisiológica, controle de ansiedade, estresse adrenal, oxigênio funcional, índice barorreflexo, coerência cardíaca, balanço autonômico.

Todos esses fatores nos indicam que o processo cérebro-mente está em condições favoráveis ou não, para a atuação em contextos desafiadores e estressantes, além de nos indicar como podemos otimizar o nosso sistema para adquirir um melhor desempenho funcional. A Formula da Performance é: (P=p-i) ou Performance = potencial – interferência. A primeira interferência que possuímos são as nossas limitações em nosso sistema cérebro-mente e que são traduzidas em nossos comportamentos que podem nos limitar para as nossas conquistas em qualquer área de nossas vidas.

Então, da próxima vez que mirar uma meta ou quiser atingir um objetivo, lembre-se da questão reserva e disponibilidade funcional para que possa obter do seu sistema cérebro-mente o máximo de desempenho, caso contrário o caminho será o desenvolvimento de uma doença psicossomática.

 

 

MS.Sergio Ricardo
@cenacoachingbrasil
Mestre em Coaching pela FCU – Flórida Christiam University , Educador Físico, com especialização em Psicossomática, e Pesquisador em: Neurociência Comportamental, Doenças Psicossomáticas, Neurofisiologia das Emoções. Criador do Método Neuro Sistêmico. Formador e Instrutor de Cinesiologia Educacional e Terapia do Comportamento, Balanceamento Muscular, Memória Celular, Desativação de Estresse, Funcionamento do Cérebro nos Processos de Aprendizagem, Relacionamento Interpessoal, Integração e Dominância Cerebral, Ginástica Cerebral (Neuróbica e Neurofitness).

 

Perfil Ciência Comportamental

Date

25 Agosto 2020

Tags

Colunistas, Sergio Ricardo

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