Perfil Cases

Entrevista com Eduardo Arruda - Palestrante, Mentor de Carreira e Negócios

As qualidades de um bom mentor são aquelas que dão suporte e encorajamento para que a outra pessoa gerencie seu próprio aprendizado, maximize seu potencial, desenvolva suas habilidades, aprimore sua performance e se torne melhor como pessoa e profissional.

Mas o que diferencia bons mentores daqueles que efetivamente são capazes de transformar carreiras e vidas? 

Nesta edição do Perfil Mundo dos Negócios, conversamos com Eduardo Arruda, Palestrante, Mentor de Carreira e Negócios. Eduardo conta o início da sua história empreendedora, compartilha seus aprendizados e os momentos marcantes da sua ascensão profissional.

Infância, início da sua caminhada, seu primeiro emprego?
Eu comecei relativamente cedo, com 14 anos, atuando como office-boy em uma imobiliária de Florianópolis-SC. Isso foi em 1997 e eu decidi trabalhar, em primeiro lugar, porque a nossa situação familiar era financeiramente desfavorável, e porque eu sempre gostei de comprar as minhas coisas e aproveitar os bons momentos da vida. Lembro que me sentia bem trabalhando. Também recordo qual foi a primeira coisa que eu comprei: um aparelho de som 3 em 1, bem comum na época, tinha capacidade para três cd’s, duas fitas k7 e rádio. Por fim, ficaram alguns aprendizados: o trabalho enobrece o homem, aprendi a valorizar o dinheiro e percebi a importância de ser um homem responsável.

Em qual momento você sentiu vontade de fazer carreira como administrador e o que te levou a cursar essa faculdade?
Aos 20 anos, ainda no meu primeiro emprego, porém já atuando como gerente financeiro, eu recebi a proposta do proprietário para cursar gestão imobiliária com subsídio de 50% do valor para virar o administrador, nem estava consciente de que acabara de bater a minha porta a primeira oportunidade de empreender. Mas naquele momento eu já tinha outro sonho: ser gerente de banco. Eu tinha a visão de que trabalhar em instituição financeira era coisa de rico, e fui atrás do meu sonho. Mas para isso era necessário ao menos estar cursando faculdade de administração ou economia, eu gostava das duas, mas sabia que em algum momento viraria empresário e precisaria prioritariamente dos conhecimentos da escola da administração. Então, eu fiz e amei o curso.

Quando você decidiu abrir seu próprio negócio?
Depois de quase 14 anos no mercado financeiro, atuando em todas as regiões do país, palestrando e treinando milhares de pessoas, eu senti arder com muita intensidade o chamado de empreender em meu CNPJ, assim eu abri a minha empresa em 2017 com o nome de NEGÓCIOS DO BEM, pois para eu empreender, treinar e desenvolver pessoas estava e está ligado a gerar valor e prosperidade numa relação ganha x ganha, de abundância, em que todos ganham, pois vivemos num mundo onde um não precisa perder para outro ganhar. E assim eu sigo firme nesse propósito.

Olhando para trás, quais foram os pontos de virada de chave e o que você faria de diferente na sua carreira que teria rendido alguns frutos diferentes dos que você tem hoje?
A primeira virada de chave foi sair da “estabilidade” da CLT com um excelente salário para empreender com palestras e treinamentos corporativos. Foi quando eu caí na realidade que não conseguiria construir uma empresa de sucesso sozinho e comecei a fazer parcerias, assim fui solidificando o trabalho em 2018 e 2019, quando abrimos o ano de 2020 estávamos finalmente com uma excelente agenda de eventos presenciais em todo o Brasil, porém veio a pandemia e 100% da agenda foi cancelada. Aí foi o primeiro grande revés. Na segunda semana de pandemia eu comecei a realizar lives diárias, foram quase 200 no ano, e em 60 dias eu abri a primeira turma de mentoria, foi a maneira que eu encontrei de me reinventar e não falir definitivamente, e em 90 dias a minha empresa estava faturando mais do que o projeto com os eventos presenciais. Hoje eu vejo que poderia ter me conectado com mais pessoas, ter feito mais parcerias, ter gravado mais cursos online para ganhar escala e parar de vender a minha hora, pois quem vende hora não fica rico.

Quem você modela e quem são seus mentores?
Eu tenho como referências grandes nomes como: Tony Robbins, Jacco Van Der Kooij, Gary Vaynerchuk, Wendell Carvalho, Joel Jota, Paulo Pimmont, Maurício Benvenutti, Shirleyson Kaisser e por último e mais importante, Janguiê Diniz, que ficou famoso pela sua linda história de engraxate à lista da Forbes. E mais importante porque nesse extado momento estou sendo mentorado por ele, num seleto grupo de 24 pessoas. A minha conexão com o Janguiê se deu inicialmente a partir do momento em que saiu na capa da Revista Perfil desse ano, e em menos de 90 dias eu saí de admirador para mentorado, e quem sabe sócio dentro de poucos anos, por que não? Até mesmo porque Diniz afirmou que ainda irá construir ao menos mais cinco negócios bilionários. E por fim, o que existe em comum entre todos os nomes citados? Eu já estive pessoalmente com todos eles.

O quanto você já realizou na sua trajetória e quais os seus sonhos e metas daqui para frente com tudo o que você realizou e tudo que te trouxe até aqui?
Eu já estudei muito e ensinei muito. Além da graduação em administração eu cursei três MBA’s (Marketing Estratégico – Univali, Finanças e Investimentos – PUC e Gestão Comercial – FGV) e também já treinei e palestrei para mais de 35 mil pessoas e mentorei mais de 350 pessoas. E o meu sonho de carreira é poder contribuir positivamente para mais de um milhão de pessoas com o meu conteúdo, ajudando pessoas que estão perdidas em suas carreiras, que não sabem como dar o primeiro passo ou que não conseguem escalar o seu negócio, ou ainda que não tenham coragem para aparecer nas redes sociais e mostrar o seu valor e a transformação que podem causar na vida de outras pessoas.

“O trabalho enobrece o homem, aprendi a valorizar o dinheiro e percebi a importância de ser um homem responsável.”

INST @eduardoarrudaoficial
SITE www.eduarruda.com.br – Negócios do Bem
Fotos: Reprodução/Arquivo Pessoal

 


PERFIL MUNDO DOS NEGÓCIOS


Crédito imagens: Diogo Mecabo

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