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Dos “fazedores de coisas” ao conhecimento cooperativo e abrangente

O mercado se aprimora, a sociedade cria novas exigências e necessidades, as relações humanas assumem novas dimensões e mudam-se as formas de comunicar.

Aliás, a própria comunicação muda. Cada vez mais os nichos precisam se especializar não só em suas atividades-fim, mas também na forma de se portar no contexto social e nas relações de trabalho. Ou seja, não é suficiente saber fazer. É preciso saber avaliar cenários, filtrar informações e entender os sinais de cada contexto.

Em última instância: saber pensar.

“O que importa são as pessoas”, já dissemos anteriormente neste mesmo espaço.

Por pessoas, claro, inclui-se suas relações entre si e com o meio ambiente. Nesse contexto, chegamos a um cenário em que a própria missão das entidades setoriais da produção e de outros segmentos ganha uma nova dimensão. Sinais dessa mudança já se refletem também nas instituições independentes de ensino superior.

Há até pouco tempo, eram as faculdades e universidades que lançavam novos cursos a partir de demandas por ela verificadas no mercado. Primeiro por alguma carência estabelecida, depois por tendência estrategicamente avaliada. Agora, na era das parcerias, o mercado vai às universidades dizendo que perfil de profissionais necessitam.

E aí outra profecia por nós já mencionada neste espaço se faz valer: “o pós-pandemia vai exigir mais estratégias cooperativas”.

No caso do Sindag, isso se deu com o sindicato aeroagrícola se unindo à academia (no caso, a Faculdade Imed, de Passo Fundo).

Para construir e manter um curso agregando experiências de mercado e intelectualidade acadêmica em um aprendizado denso e de aplicação prática. O resultado: a primeira pós-graduação do Brasil voltada exclusivamente para a aviação agrícola e, provavelmente, a primeira no mundo no setor abordando gestão e sustentabilidade.

O MBA Gestão, Inovação e Sustentabilidade Aeroagrícola estreou em abril e sua segunda turma já iniciou suas aulas em 19 de julho – quando a primeira turma estava em sua quinta disciplina.

A grade de curricular abrange Gestão estratégica e Visão Sistêmica de Negócios, Fundamentos da Gestão Financeira Aeroagrícola, Economia Agrícola, Marketing Digital, Sustentabilidade e gestão ambiental, Neuroliderança e inteligência emocional, além de outras 19 matérias, somando 360 horas/aula.

Um aprendizado que vai bem além de aviões, motores, insumos, contabilidade e recursos humanos. Um exemplo de que não só já vai longe o tempo em que profissionais eram “fazedores de coisas” em cada setor. Mas também do quanto acertar a especificidade das novas demandas, na velocidade que o mercado exige, pressupões entidades setoriais atentas e de mão dadas com a universidade.

 


Gabriel Colle
Diretor-Executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag).

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