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Resiliência

A crise gerada pela pandemia do novo coronavírus vai além da saúde e impacta todas as áreas da vida em sociedade.

O cenário econômico é um dos mais afetados diante às recomendações de distanciamento para a proteção da população. Com a suspensão de parte das atividades comerciais e das aglomerações, profissionais autônomos e pequenas empresas foram gravemente prejudicados. De acordo com pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), 89% dos pequenos negócios já enfrentam queda no faturamento devido às medidas de isolamento no país. 

Uma das alternativas no momento é antecipar férias dos funcionários, medida permitida durante o estado de calamidade pública pela Medida Provisória nº 927 de 22 de março de 2020, redução na jornada de trabalho e suspensão do contrato de trabalho por um período. Também, uma angústia para empreendedores descobrir como continuar vendendo.

A internet pode ser a saída, buscar atender as necessidades da comunidade local também é válido, e descobrir quais são as novas necessidades que surgem em tempos de coronavírus. Enquanto não soubermos quando a normalidade se restabelecerá, não há como calcular o tamanho do impacto. Nesta situação, não há soluções convencionais.

Após uma guerra, é necessário reconstruir tudo. Então, são tomadas atitudes diferentes, e uma das medidas adotadas pelo governo federal que se alinha a um plano econômico de guerra é o pagamento de um auxílio emergencial de R$ 1.200,00 a mães que sustentam o lar sozinhas e de R$ 600,00 a trabalhadores sem carteira assinada, autônomos, microempreendedores individuais (MEIs), desempregados e beneficiários do Bolsa Família, com certeza essa medida foi favorável mas não vai resolver o problema de muitas famílias, pois com a quarentena o faturamento de muitos pode ser reduzido a zero.


Essa é uma crise inédita na nossa história. O tamanho do desafio vai depender da evolução da doença e do tempo em isolamento. O empresário deve observar quais foram os lucros e os prejuízos e, principalmente, saber aproveitar as novas oportunidades. É importante se questionar se vale a pena continuar com aquele serviço aplicado durante o isolamento. Os primeiros meses acontecem por uma questão de sobrevivência, depois é o futuro, uma crise sem precedentes assola o mundo e, no Brasil, não é diferente. Quarentena, lojas fechadas e comércio parado, os resultados da economia e das empresas despencam e comprometem o fluxo de caixa de muitas organizações.

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), o cenário aponta para crescimento em poucos setores, como higiene, saúde, alimentação e vendas on-line. No entanto, a maioria dos empreendimentos apresenta um resultado de pouco valor e que nunca na história desse país assustou tantos líderes e empresários. O caminho seria então, “baixar a guarda”, “jogar a toalha” e desistir? Não, jamais! O empreendedor brasileiro é reconhecido pela resiliência e costuma crescer frente às crises e aos diversos desafios. Mas algo precisa ser feito, e rápido, para que a economia e as vendas baixas não decretem a falência das empresas. É hora de replanejar, repensar processos, produtos e maneiras de atuar.

O Escritório CDJ Contabilidade e Serviços está à disposição para ajudar nossos clientes, amigos e a comunidade em geral. Conte sempre conosco!

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